30/06/2020 | 19:34
Índice de infestação do mosquito Aedes Aegypti diminui em Mercedes
Seguindo o calendário epidemiológico dos trabalhos de prevenção a dengue, a Secretaria de Saúde de Mercedes realizou nesta última semana o 3º Ciclo no Levantamento de Índice Rápido para o Aedes Aegypti (LI), o qual identificou o baixo risco de infestação do mosquito. O resultado foi inferior a 1%, considerando que nos ciclos anterior foram: 1º Ciclo: 1,30 e no 2º Ciclo: 1,08 (superior ao preconizado pelo Ministério da Saúde).

O município, por meio da Secretaria de Saúde, havia solicitado em abril a aplicação técnica de Ultra Baixo Volume (UBV pesado) acoplado a veículo (o fumacê) pelo Estado. Na ocasião haviam vários outros municípios que eram prioritários para este serviço, inclusive da Regional de Saúde que registraram óbitos causados pela dengue, portanto Mercedes ainda estava no aguardo da liberação do Estado para passagem do fumacê.

Conforme a Secretária de Saúde Arlete Martins, nesse mês o município ainda registrou 5 casos de dengue. “Existe a necessidade da continuidade dos cuidados por parte comunidade. Mas considerando a redução de casos e por meio da análise epidemiológica, decidiu-se que neste momento, devido à redução de uma média mensal de 100 casos para 5 atualmente, que não será necessário realizar a aplicação do fumacê neste período”, afirma. O trabalho com o inseticida será adiado para um período mais propício.

Em razão da pandemia do coronavírus (Covid-19), as atividades de campo não pararam e os Agentes de Controle as Endemias continuam desenvolvendo as ações de prevenção e orientação. “Reforça-se ainda que o combate ao mosquito Aedes Aegypiti é dever de todos. Cada cidadão tem papel importante nas ações para evitar a proliferação do mosquito já que grande parte dos criadouros continuam sendo encontrados dentro das casas, como vasos e pratos, frascos com plantas, bebedouros de animais, entre outros. A principal missão da população é atuar em conjunto para eliminar possíveis focos como lixo, caixas d’água e qualquer outro local que possa ter acúmulo de água”, relembra a Secretária de Saúde Arlete Martins.
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